Está querendo alfabetizar pessoas com deficiência visual? Aprenda, pois, com elas como iniciar e como desenvolver todo o processo.
"..., oferecer condições para o desenvolvimento e educação de uma pessoa com deficiência visual requer que se entre em contato com seu viver, em diferentes momentos e situações. Faz-se, pois, necessário acompanhá-la na totalidade de sua maneira de ser: como age, como se comunica e se expressa, como sente, como pensa" (MASINI 2013, p. 27).
Neste blog você encontra artigos e comentários sobre a educação especial.
quarta-feira, 1 de maio de 2019
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Rampa de acessibilidade
Você sabe qual a largura mínima para uma rampa de acessibilidade?
Você sabe qual a declividade máxima permitida por lei para uma rampa de acessibilidade?
Pois é, muitas pessoas estão contratando pedreiros para fazer rampas e não estão se preocupando com o que a lei determina. Já vi "rampa" tão estreita que não cabe uma cadeira de rodas. Outras são tão íngremes que fica difícil até para uma pessoa sem dificuldade de locomoção ter acesso.
Assim, fui pesquisar e descobri que a declividade máxima permitida é de 8%, ou seja, a cada metro de extensão apenas 8cm de altura. Assim, se a altura for de 80cm a rampa deve ter 10m de comprimento. Quanto à largura a lei determina pelo menos 1m20cm.
As mudanças arquitetônicas são apenas um detalhe na acessibilidade, porém sem elas tudo fica mais complicado. As pessoas com deficiência precisam de autonomia, por isso as rampas precisam ser adequadas. Não aceitem qualquer coisa como rampa, vamos à luta e exigir adequação das rampas as normas oficiais.
No Youtube você encontra vídeos explicando todos estes detalhes.
Você sabe qual a declividade máxima permitida por lei para uma rampa de acessibilidade?
Pois é, muitas pessoas estão contratando pedreiros para fazer rampas e não estão se preocupando com o que a lei determina. Já vi "rampa" tão estreita que não cabe uma cadeira de rodas. Outras são tão íngremes que fica difícil até para uma pessoa sem dificuldade de locomoção ter acesso.
Assim, fui pesquisar e descobri que a declividade máxima permitida é de 8%, ou seja, a cada metro de extensão apenas 8cm de altura. Assim, se a altura for de 80cm a rampa deve ter 10m de comprimento. Quanto à largura a lei determina pelo menos 1m20cm.
As mudanças arquitetônicas são apenas um detalhe na acessibilidade, porém sem elas tudo fica mais complicado. As pessoas com deficiência precisam de autonomia, por isso as rampas precisam ser adequadas. Não aceitem qualquer coisa como rampa, vamos à luta e exigir adequação das rampas as normas oficiais.
No Youtube você encontra vídeos explicando todos estes detalhes.
domingo, 11 de fevereiro de 2018
Novidades
Caros leitores,
Eu estive afastado, mas em breve farei novas postagens.
Aguardem as novidades.
Eu estive afastado, mas em breve farei novas postagens.
Aguardem as novidades.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Somos todos especiais
"Somos todos especiais aos olhos do Senhor".
Que em 2015 todas as escolas sejam verdadeiramente inclusivas, pois a inclusão escolar é um passo importante para a inclusão social.
Que em 2015 todas as escolas sejam verdadeiramente inclusivas, pois a inclusão escolar é um passo importante para a inclusão social.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Educação Inclusiva X Professor de Apoio e Salas de AEE
Os Pesquisadores Saul Neves de Jesus; Maria Helena Martins; Ana Susana Almeida; em um artigo intitulado "Da educação especial à escola inclusiva," dentre outras coisas, falam das práticas pedagógicas numa escola inclusiva. Dentre as práticas pedagógicas eles destacam a figura do professor de apoios educativos, inclusive indicando o seu papel.
A Pesquisadora Maria Teresa Eglér Montoan, em um artigo intitulado "Uma escola de todos, para todos e com todos: o mote da inclusão," defende a inclusão eescolar e, dentre outras coisas, critica a presença do professor de apoio. Segundo ela "... essa alternativa constitui mais uma barreira à inclusão, pois é uma solução que exclui, que segrega e desqualifica o professor responsável pela turma e que o acomoda, não provocando mudanças na sua maneira de atuar, uma vez que as necessidades educativas do aluno com deficiência estão sendo supridas pelo educador especializado."
Leia esses dois artigos, na íntegra, consultando a seguinte referência:
STOBÄUS, Claus Dieter; MOSQUERA, Juan José Mouriño (orgs.). Educação especial: em direção à educação inclusiva. 3. ed. Porto Alegre: EDPUCRS, 2006.
De acordo com a sua experiência e fundamentado(a) na leitura dos dois artigos citados anteriormente fale, brevemente, sobre a necessidade (ou não) das salas de Atendimento Educacional Especial (AEE) e do Professor de Apoio (AP) nas escolas de educação básica.
Se você não conseguir enviar sua resposta identificando-se, identifique-se no texto e envie sua resposta como anônimo.
Muito Obrigado pela sua colaboração na nossa investigação.
Eu defendo que o diferente precisa ser tratado como diferente para que possa ter seus direitos de igualdade garantidos.
A Pesquisadora Maria Teresa Eglér Montoan, em um artigo intitulado "Uma escola de todos, para todos e com todos: o mote da inclusão," defende a inclusão eescolar e, dentre outras coisas, critica a presença do professor de apoio. Segundo ela "... essa alternativa constitui mais uma barreira à inclusão, pois é uma solução que exclui, que segrega e desqualifica o professor responsável pela turma e que o acomoda, não provocando mudanças na sua maneira de atuar, uma vez que as necessidades educativas do aluno com deficiência estão sendo supridas pelo educador especializado."
Leia esses dois artigos, na íntegra, consultando a seguinte referência:
STOBÄUS, Claus Dieter; MOSQUERA, Juan José Mouriño (orgs.). Educação especial: em direção à educação inclusiva. 3. ed. Porto Alegre: EDPUCRS, 2006.
De acordo com a sua experiência e fundamentado(a) na leitura dos dois artigos citados anteriormente fale, brevemente, sobre a necessidade (ou não) das salas de Atendimento Educacional Especial (AEE) e do Professor de Apoio (AP) nas escolas de educação básica.
Se você não conseguir enviar sua resposta identificando-se, identifique-se no texto e envie sua resposta como anônimo.
Muito Obrigado pela sua colaboração na nossa investigação.
Eu defendo que o diferente precisa ser tratado como diferente para que possa ter seus direitos de igualdade garantidos.
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